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Setembro Amarelo: Mês de prevenção do suicídio

Neste setembro amarelo vamos falar sobre suicídio e adolescência

O tabu que envolve o suicídio não facilita que a informação circule e alcance quem realmente precisa. E, infelizmente, o preconceito contra as pessoas que tentam suicídio e suas famílias ainda é uma triste realidade. Por isso, foi criado o Setembro Amarelo, mês de conscientização e prevenção ao tema. E hoje vamos falar sobre o suicídio entre os adolescentes.

Nesse momento da vida, os jovens vivem um período de transição, de muitas transformações e de inúmeros conflitos internos, o que aumenta o risco de depressão, transtorno bipolar e de ceder às pressões impostas pelos outros ou pela sociedade. E, embora alguns comportamentos sejam característicos à fase, um dos grandes equívocos é a ideia de que a pessoa que quer se matar, não avisa, não fala. As pessoas com tendências ao suicídio emitem muitos sinais e pequenas atitudes podem ajudar a salvar vidas.

  1. Leve os sinais de alerta a sério: o primeiro passo é entender que o suicídio não é escolha e está fortemente associado à desesperança, à falta de apoio social e à solidão. Por isso, fique de olho se o adolescente de sua casa apresentar uma mudança marcante na personalidade ou nos hábitos, se afastar da família e de amigos, descuidar com a aparência, dormir muito ou ter insônia, piora no rendimento escolar, abandonar atividades que antes tinha prazer e fizer comentários auto depreciativos frequentes.
  2. Não generalize: é preciso ter cuidado ao generalizar a adolescência como uma fase da vida em que meninos e meninas se afastam da família. Alguns jovens podem ser bastante expansivos, bem socializados e passar pela adolescência com sucesso. Então, ao menor sinal de mudança comportamental, ligue o radar.
  3. Inicie um diálogo: nem sempre o jovem sabe manifestar seu sofrimento de forma clara e, muitas vezes, sequer entende o que se passa com ele. Tente se aproximar e, principalmente, ouvi-lo sem julgar ou amenizar o sofrimento. Além disso, começar uma conversa sobre suicídio pode assustar e fazer com que a pessoa se feche ao invés de se abrir. É preciso tato, sensibilidade e, principalmente, entender o que a pessoa está sentindo para saber como ajudar. Demonstre sua preocupação, pergunte o que ele tem pensado e, se tiver difícil a comunicação, procure ajuda especializada.
  4. Ouça: pessoas depressivas e com tendências suicidas sentem coisas que não entendem e é comum acreditarem que não podem falar sobre isso, porque vão ser consideradas loucas. O seu papel é ouvir atentamente. O simples fato de falar sobre o que está passando já é um sinal positivo, portanto, não julgue.

Essas foram apenas algumas dicas de um assunto muito complexo que afeta nossos jovens. Por isso, se estiver passando por alguma situação parecida, procure ajuda especializada. A melhor forma de prevenção é informação e educação.

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